quinta-feira, 13 de março de 2014

Hypno's

Antes de Tudo, queria explicar o Opaco Isto É temperatura de mal.

Pois, saberem Só para, o Hypno E conhecido POR UM pokemon PEDÓFILO.Sim, pedófilo.Acho Opaco ATÉ HÁ UM Jogo los Opaco elemento rapta UMA Menina ... Bem, o Opaco queria mostrar era UMA musica.Não temperatura Screamer, nada NEM , Nao se preocupem. ^ ^

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=FT_ZpHgiIKo

Localidade: Não se Percebe Muito Bem, POR ISSO, Aqui tem uma letra da musica:

Venha filhinhos, venha comigo
Segura e feliz, você será
Longe de casa, agora vamos correr
Com Hypno, você vai se divertir muito

Oh, filhinhos, por favor, não chore
Hypno não machucaria uma mosca
Seja livre para brincar, ser livre para jogar
Venha comigo à minha caverna para ficar

Oh, filhinhos, por favor, não se contorcer
Essas cordas, eu sei, vai prendê-lo firme
Agora olhe para mim, as chamadas pingente
E para trás, as pálpebras caem


Oh, crianças pequenas, você não pode deixar
Para você, sua família sofrerá
Minds unraveling nos
Permitindo-me a assombrar seus sonhos

Não chorar e não chorar
É hora de você ir dormir
Filhinhos, vocês não eram inteligentes
Agora você vai ficar comigo para sempre.


Se querem aproveitar Melhor uma musica oiçam-na os antes de ir deitar, e com a luz apagada ...

A brincadeira do copo

A história foi baseada na conhecida lenda urbana da brincadeira do copo. Espero que gostem.

Parte 1 – Na Escola

Artur é um adolescente que todos consideram atentado, mentiroso, desafiador, problemático e enxerido. Ele esta sempre se metendo em encrenca e levando outros junto. Ele gosta de invadir casas abandonadas, ir a lugares proibidos e fazer tudo que os adultos dizem que não pode ou é perigoso. Artur vai descobrir que certas coisas são melhores quando deixadas quietas.

Quatro adolescentes estavam sentados na biblioteca da escola onde estudavam quando Artur chegou. Todos ali tinham treze ou quatorze anos. Eram três e meia da tarde e apesar de estudarem de manhã, eles estavam ali para fazer um trabalho.

“Fala ai galera.” – disse ele, vendo todos se virarem em sua direção. “Vocês não sabem o que eu consegui.” – continuou tirando uma caixa da mochila. “Isso aqui é um tabuleiro de ouija. Com esse tabuleiro agente pode brincar da brincadeira do copo.

“Agora o Artur pirou de vez?” – Disse uma das garotas. “Nem louca eu vou mexer com isso. To fora, não quero nem escutar o resto.” – completou já se levantando da mesa e saindo.

Os demais esticaram seus pescoços em direção ao tabuleiro.

“Vamos para o auditório, eu vi os alunos da terceira série terminando o ensaio da apresentação do dia das mães e a porta ficou aberta. O zelador só volta para trancar no final da aula.” – disse José, um dos melhores amigos de Artur.

Sem mais nenhuma palavra eles pegaram suas mochilas e foram para o auditório.

O auditório era grande, podendo acomodar facilmente trezentas pessoas ou mais. Na parede da direita ficava um conjunto de janelas com mais ou menos dois metros de altura que iluminavam muito bem o ambiente. Cortinas grossas de veludo azuis estavam amarradas a cada poucos metros. A entrada do auditório por dentro da escola era ao lado do palco. Havia outra entrada pelos fundos do auditório que dava para fora da escola e era acessada por uma sala adjacente, mas era aberta para os pais somente quando havia alguma apresentação. Essa porta era de vidro com grade de ferro trabalhada em desenhos de flores. Eles foram para os fundos de modo que se algum professor ou o zelador entrasse no auditório eles poderiam ficar escondidos atrás dos assentos.

Artur colocou o tabuleiro no chão atrás da última fileira de assentos e todos sentaram ao redor. Eles estavam ansiosos para começar. Alguns sorrindo, outros com medo e sentindo o coração pular dentro do peito, mas com vergonha de dar para trás.

“Certo, agora todo mundo coloca a mão em cima desse objeto aqui.” – disse Artur mostrando um objeto circular com uma seta pintada. “Nós temos que invocar algum espírito. Se concentrem e vamos tentar chamar algum.”

“Deixa eu tentar.” – disse Bárbara, uma das mais loucas ta turma. “Pedimos que algum espírito ou entidade venha falar conosco. Juntem-se a nossa volta e responda a nossas perguntas.” – completou.

Eles se entre olharam esperando que algo acontecesse ou o objeto se movesse. Por vários segundos nada aconteceu, o suspense ficava mais intenso. Um deles estava prestes a dizer algo quando Bárbara gritou. O som de terror fez com que todos saltassem longe, olhando com horror para ela que já dava gargalhadas pela peça que ela tinha pregado nos colegas.

“Mas você é muito idiota mesmo Bárbara. Vai para o inferno.” – resmungou José.

“Eu não estou gostando nada disso.” – disse Caio, o mais franzino e medroso da turma.

“Calma gente, só uma brincadeirinha pra descontrair, vamos começar de novo. Dessa vez é sério e sem brincadeira.” – respondeu Bárbara.

Todos se sentaram novamente em volta do tabuleiro e colocaram as mãos sobre a peça.

“Há algum espírito entre nós?” – Perguntou Artur.

O objeto começou a mover-se lentamente e foi arrastando até a seta apontar para a palavra “SIM”. Eles arregalaram os olhos.

“Não sou eu, se alguém estiver brincando agora é hora de parar.” – disse Bárbara.

“Você pode dar alguma outra manifestação da sua presença?” – perguntou de novo Artur.

Uma pancada alta vinda da janela fizeram todos se assustar. Artur arregalou os olhos e sorrindo continuou.

“A Bárbara vai passar de ano?”

A peça se moveu lentamente para a palavra NÃO.

“A esse ponto do ano e com as minhas notas eu não preciso de espírito nenhum me dizer isso. Agora eu vou perguntar algo sobre você. Espírito, o Artur vai ter uma morte lenta e dolorosa?”

A peça lentamente se moveu para a palavra SIM.

“Você esta passando dos limites Bárbara.” – reclamou Artur franzindo a testa, enquanto os outros tremiam de medo “Você pode nos dizer seu nome, ou te chamamos de espírito?”

A peça novamente começou a mover. Primeiro, moveu-se lentamente até a letra M, depois a letra E, depois S e com uma velocidade anormal completou com as letras TRE.

“Mestre?” – perguntou Bárbara. “Está de sacanagem.” – completou.

“Você não quer deixar o espírito bravo.” – disse Artur. “Mestre, você pode nos responder tudo que queremos?”

Outra vez a peça moveu-se demasiadamente rápido. Todos olhavam com olhos arregalados para o tabuleiro lendo, AQUI NÃO.

“Onde então?” Perguntou Artur.

Bárbara e os outros garotos retiraram suas mãos do objeto. Artur por fim retirou sua mão também e antes que ele pudesse dizer qualquer coisa a peça moveu por si própria. Em um ritmo acelerado o objeto soletrou “CAVE”.

Artur sorriu. Cave era como os adolescentes chamavam uma caverna que ficava em um parque da cidade. Apesar de ser proibido entrar nessa caverna os jovens sempre se reuniam lá para usar drogas ou outros atos de promiscuidade. O lugar em si tinha uma energia negativa que assustava Bárbara que havia ido ao local pouquíssimas vezes.

“Nunca que eu vou entrar na cave pra fazer essa brincadeira estúpida. E vocês também não deveriam. Eu já escutei muitas histórias onde as pessoas se deram mal. Agente não sabe quem ou o que está nos respondendo.”

“Você não quer deixar o espírito bravo, quer Bárbara?” – perguntou de novo Artur.

Antes mesmo que Artur pudesse terminar de pronunciar o nome de Bárbara as cortinas do auditório se fecharam. A escuridão no auditório era completa e o terror começou.

Bárbara sentiu duas mãos tocarem seus ombros com força e arremessando-a longe. Ela foi escorregando no piso de madeira encerado, um de seus tênis voando para o lado. Ela gritou alto, queria falar, mas não encontrava palavras. Ela sabia que não havia sido empurrada por um de seus amigos, nenhum deles tinha tamanha força.

As mãos outra vez lhe tocam, desta vez nos braços. Ela foi puxada, distanciando ainda mais de seus amigos que gritavam seu nome desesperadamente. Bárbara rolou e ficou de bruços para tentar levantar, mas foi detida por uma mão em sua cabeça que puxando seus cabelos, elevou sua cabeça alguns centímetros e logo depois arremessou-a contra o piso. Sangue escorria misturado com suas lágrimas e saliva. Em choque, com dor e sem forças ela se entrega e para de se debater.

Bárbara havia aceitado sua morte. Começou a rezar para que a morte fosse rápida para que seu tormento acabasse. Ela pensou em seus pais. Sendo filha única o sofrimento deles seria insuportável, especialmente para sua mãe. Novamente ela sentiu uma dor excruciante, agora em suas costas. A dor foi seguida de um barulho de chicote. As chicotadas continuaram até que ela, não suportando mais, desmaiou.

O resto da turma não via nada, mas ouvia tudo. Aterrorizados, eles correram para a sala adjacente onde se encontrava a porta de vidro grande que dava para fora da escola. Gritando e esmurrando a porta eles conseguiram a atenção de alguém que passava na rua.

“Moço, socorro. Estamos trancados aqui, avise na secretaria e peça que alguém venha abrir para nós. Uma de minhas amigas está machucada.”- gritou José para o homem do lado de fora.

Ele fez um sinal de positivo com o polegar e saiu em direção a entrada da escola.

Passado alguns minutos eles escutaram mais barulho no auditório e foram ver se era a ajuda chegando. A diretora, seguida da coordenadora e do zelador entraram furiosos e quando viram Bárbara no chão foram a seu socorro tirando sua atenção dos demais. Aproveitando o momento Artur enfiou o tabuleiro em sua mochila.

O zelador correu para cima do palco e desaparecendo atrás da cortina acendeu as luzes. A coordenadora e a diretora se ajoelharam ao redor de Bárbara.

“O que aconteceu aqui?” – perguntou a diretora.

“Nós só estávamos brincando. Fechamos as cortinas e a Bárbara começou a gritar. Pela escuridão não conseguimos encontrar a porta. Acho que ela teve um ataque e caiu.” – respondeu Artur, recebendo olhares fulminantes de José e Caio.

“Direto para a diretoria, os três.” – resmungou a coordenadora.

Tumulo Velho - História real de fantasma

Eu sempre ia com a minha mãe ao cemitério, que ficava alguns blocos da minha casa, no dia de finados visitar os nossos parentes e amigos. Em 2007, como todos os anos fomos bem cedo para não pegar o cemitério cheio e claro menos vendedores ambulantes na porta. Minha mãe sempre fez questão de visitar todos parentes daquele cemitério o que às vezes demorava horas. Eu como nunca tenho nada melhor pra fazer sempre a acompanho e me divirto olhando as fotos dos mortos nas lápides e lendo suas mensagens. Até então eu não sabia que esse seria o último ano que eu iria a qualquer tipo de cemitério. Acontece que eu passei por um tumulo velho e mal cuidado, tinha uma rachadura enorme no meio. Eu ri e fiz um comentário de muito mau gosto do tumulo e do coitado que ali estava enterrado.

Fomos embora depois de um tempo, quando eu estava saindo um mendigo me pediu dinheiro, nem respondi fui embora sem falar nada. Eis que o homem me seguiu até a porta do prédio onde moro no sexto andar. Subi pro meu apartamento e fiquei observando o homem pela janela que às vezes me olhava de rabo de olho até que ele desapareceu pela outra esquina. Naquele mesmo dia de noite, eu fui tomar banho quando acreditem ou não, alguém bateu na janela do banheiro (lembre-se que eu moro no sexto andar). Gritei como louco até minha mãe tocar na porta do banheiro, quando ela abriu achou que eu estava morrendo, pois estava pálido e a ponto de desmaiar. Contei tudo pra ela e meu irmão, mas ninguém acreditou. Olhamos pela janela e tudo estava como deveria estar.

Naquele dia pedi pra dormir no quarto do meu irmão, ele zoou com a minha cara mas acabou deixando. Estávamos a ponto de dormir quando na janela apareceu alguém andando do lado de fora, meu irmão viu primeiro e gritou, quando eu olhei era aquele mendigo. Ele gritou comigo e disse pra nunca mais desdenhar da morada dos outros, imediatamente eu me lembrei da minha piada no cemitério. Minha mãe entrou no quarto, desta vez meu irmão era testemunha e ela acreditou. Pegamos a bíblia e oramos por varias horas, nunca mais vi o homem e nunca mais voltei a pisar em um cemitério.

Quase !

por Amarildo Leite de Goiânia

Eu estava voltando de uma noitada de muita festa e cerveja, tinha bebido muito, mas não quis que me levassem em casa. Era sábado, cinco e meia da manhã e eu dirigindo na Marginal Botafogo que nem louco, estava muito cansado e com sono, a bebida já tinha tomado minha energia e tudo que eu queria era chegar em casa e dormir. Acontece que eu dormi no volante e acordei com um grito muito alto e agudo bem no meu ouvido. Quando abri os olhos eu estava indo em direção a rampa de uma saída, porém somente com a metade do carro, a outra metade ainda estava na pista principal e eu sabia que se fosse assim o carro ia capotar e cair na vala que fica entre as duas pistas (que é bem funda). Eu tive tempo de virar o volante e voltar para a pista principal. Recuperando do susto me lembrei que estava sozinho.

“De onde veio o grito?” – me perguntei.

Olhei para o retrovisor e vi uma garota de uns 19 anos de idade, tinha uma luz em volta que fazia a noite parecer dia. Ela sorriu para mim e disse:

“Quase heim? Talvez da próxima vez você não tenha tanta sorte.” – Disse ela com uma voz calma.

Eu não pude dizer nada, estava muito nervoso mas não com medo, pois ela me transmitia uma sensação de tranqüilidade. Continuei minha viagem até em casa só que bem mais acordado e o espírito da moça no banco de trás me observando. Quando cheguei, estacionei na garagem olhei no retrovisor e o banco de trás estava vazio. Nesse dia eu mudei minha vida, nunca mais eu bebo e dirijo, da próxima vez talvez não tenha a sorte que tive nesse dia.

Big Liz

Era manhã de 1864 e Big Liz estava preparando o café da manhã de seus senhores quando o capataz da fazenda entrou na cozinha.

“Big Liz, vai ajudar com o carregamento de suprimento das tropas e prepare-se para a viagem, pois você vai com eles para cozinhar e limpar.”

“Sim senhor.” – respondeu.

Sendo escrava ela não tinha escolha, fazia o que os outros mandavam, trabalhava dia e noite servindo seus donos e sobrevivia ao ambiente hostil das senzalas. Mas Big Liz, como era conhecida, sonhava com a liberdade, ela queria ser dona do próprio destino. Seus sonhos se desmanchavam quando lembrava que seus donos lutavam na guerra civil dos Estados Unidos, pois eram contra a abolição da escravidão e faziam parte do exército da Confederação, da parte do sul do país.

Depois de dois dias viajando Liz estava limpando o acampamento e guardando suas coisas para seguir viagem. Afastou-se do grupo para fazer suas necessidades fisiológicas quando sentiu uma mão tampando sua boca e seu corpo sendo arrastado para dentro de um arbusto. Debatendo-se Liz viu dois soldados da União, oponentes de seus senhores. Os soldados da União lutavam a favor da abolição e de manter unidas a parte norte e a parte sul do país sob o mesmo governo.

“Quieta, não faça barulho, nós não vamos te machucar.” – disse um deles enquanto retirava a mão de sua boca. “Onde esta indo esse carregamento? Nós temos que interceptá-lo.”

Liz hesitou em responder, estava assustada e com medo que eles a matassem.

“Você vai cooperar certo? Lembre-se que nós estamos lutando por você e seu povo, se a União vence essa guerra você ganhará sua liberdade.” – disse o outro soldado.

Depois disso Biz Liz não somente contou onde estava indo o carregamento, mas se tornou uma das principais informantes da União. Ela espionava a conversa de seu dono e capatazes e dava a informação sobre carregamentos para serem interceptados para os soldados da União escondidos dentro dos limites da fazenda.

Passado alguns meses o ambiente da fazenda havia se tornado pesado, a Confederação estava perdendo a guerra e todos sabiam que dentro de poucos meses a União iria declarar a vitória. Big Liz estava contente, pois não somente ganharia sua tão sonhada liberdade, mas também fizera parte da conquista.

“Big Liz, prepare-se para sair comigo.” – Disse o dono da fazenda diretamente a ela.

Big Liz se preocupou, pois seu senhor nunca lhe dava ordens diretamente. Algum tempo depois ela chegou ao lugar de onde partiriam. Uma carroça enorme, cheia de baús acorrentados estava preparada.

“Sobe ai, pegue as rédeas e vamos em direção ao pântano, tenho um serviço especial para você.”

Ela fez como seu senhor mandou. Logo eles entraram no pântano, Big Liz morria de medo do lugar, pois era escuro e silencioso. Mesmo de dia parecia noite por causa da densidade da vegetação e uma névoa baixa deixava o lugar com aspecto tenebroso e até os cavalos receavam andar no lugar, fazendo com que ela tivesse que lutar para fazer eles andarem. Liz queria perguntar por que estavam ali, mas tinha medo de ter sua língua cortada por desrespeitar seu senhor.

Depois de algumas horas andando dentro do pântano avistaram uma pequena clareira e o senhor mandou que ela se dirigisse até lá. Liz deu um grito de pavor quando viu dois esqueletos humanos no chão.

“Não se preocupe, eles morreram há muito tempo.” – disse o velho sorrindo. “Eles fizeram essa clareira algum tempo atrás, pouco antes da guerra começar. Eu queria um lugar secreto para esconder meu tesouro em caso da Confederação perdesse a guerra... e olhe onde estamos. Mas não se preocupe, nada vai acontecer com você, aliás, você tem sido tão fiel a mim e a minha família todos esses anos. Agora ande, cave um buraco bem profundo e enfie os baús dentro.”

Big Liz fez como foi mandada, horas depois enquanto amaciava a terra em cima do buraco já tampado foi agarrada pelos cabelos. Ela gritou, mas o ninguém a ouviu.

“Agora vamos acertar nossas contas sua escrava de merda. Nós capturamos e torturamos alguns soldadinhos da União em nossa fazenda e eles me contaram tudo. Você arruinou tudo, grande parte de nossas derrotas não aconteceriam se nossos carregamentos não tivessem sido interceptados.”

Com todo seu ódio o velho enfiou uma faca no pescoço de Big Liz e separou a cabeça do corpo deixando Liz para apodrecer em cima do seu tesouro. Alguns dias depois a fazenda foi invadida pela União e o dono do lugar morto durante a batalha. O corpo de Big Liz e o tesouro nunca foram encontrados.

Diz a lenda que Big Liz guarda o tesouro e você pode obter-lo da seguinte forma: Existe uma pequena ponte sobre o rio Transquaking. Vá até lá de madrugada, buzine três vezes e grite “Big Liz”. Espere um pouco e ela irá aparecer na frente do carro carregando sua cabeça em suas mãos. Não se assuste ou tente correr, pois os olhos de Liz são vermelhos e brilhantes. Quando ela virar de costas e começar a andar, saia do carro e siga-a para dentro do pântano e ela te levará até o lugar onde o tesouro está enterrado. Algumas pessoas que tentaram dizem que não puderam sair do carro pela imagem aterrorizante de Big Liz. Outros que a seguiram, mas não puderam entrar no pântano, pois dizem ser muito sombrio. E há aqueles que se atreveram a seguir Big Liz e nunca mais foram vistos. Vários carros foram encontrados vazios sobre a ponte e sem sinal do que aconteceu com o dono. Existem rumores que Big Liz está sob o controle de seu senhor como forma de pagamento por sua traição e quando a pessoa chega ao local onde esta enterrado o tesouro é assassinado pelo fantasma do velho do mesmo jeito de Liz.